Rui Broega (BiG): "Continuamos a favorecer ações face às obrigações, acima de tudo pela resiliência de algumas métricas de crescimento"

Rui Broega
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Não tentaremos prever onde os mercados poderão estar no próximo ano ou o resultado de muitos dos principais eventos políticos a ocorrer nos próximos meses. Por isso optamos pelo pragmatismo do senso comum. A história mostra que as avaliações fundamentais são o melhor indicador de retornos futuros. O ponto de partida para 2020, na maioria das classes principais de ativos, aponta para que os retornos futuros sejam inferiores aos alcançados historicamente. Numa enquadramento de onde desafios políticos e económicos crescem, o argumento para aumentar a diversificação de carteira continua a ser fundamental. 

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