Há cinco anos, o cenário pós-crise financeira e a onda regulatória levou o sector bancário – sobretudo o europeu – a vender as suas divisões de gestão de ativos, na tentativa de simplificar as suas estruturas e obter capital. Naquele momento, para muitos, a questão não era se os bancos se iriam desfazer das suas gestoras, mas sim quando o fariam.
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