O auge da gestão passiva, a erupção dos roboadvisor ou a redução das expectativas de rentabilidade num contexto prolongado de taxas a 0% são só algumas das razões que ameaçam as margens de lucro das gestoras de ativos financeiros. Com uma concorrência crescente e uma rentabilidade esperada decrescente, os custos cada vez pesam mais nas decisões dos investidores, já que as altas comissões cada vez têm um impacto maior nas carteiras. E, por isso, cada vez são mais as gestoras que optaram por ajustar os seus preços de modo a conservar os investidores que cada vez dão mais importância a este tipo de gestão.
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