O mês de fevereiro ficou marcado pelo otimismo nos mercados, algo que, para Raul Póvoa, gestor de ativos do Banco Invest, se deve a dois grandes fatores: por um lado, a “renovação de máximos nos EUA” e, por outro, “a expectativa em torno do plano económico de Trump, alicerçado em cortes de impostos, aumento do investimento em infraestruturas e diminuição da regulação do sector financeiro”. No que diz respeito à Europa, o gestor acredita que a primeira volta das eleições francesas é o grande foco, o que levou “o spread entre a Alemanha e França a alargar para máximos de 2012, ao atingir os 79 bps a 22 de fevereiro”, afirma.
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