A ‘batalha’ entre a gestão passiva e a gestão ativa tem ocupado muitos títulos de jornais. Mas será esta relação efetivamente uma batalha ou apenas a evolução natural da gestão de ativos na era da informação e da globalização? As opiniões divergem, mas os três selecionadores
de fundos portugueses que se juntaram à mesa com Pedro Coelho da UBS ETF para discutir o tema veem esta nova dinâmica como bem-vinda em favor de uma mais eficiente e transparente gestão de ativos. “Nós, na IMGA somos grandes defensores da gestão ativa e não vejo os nossos gestores a enveredarem por uma maior preponderância da gestão passiva do que temos atualmente”, comenta Ricardo Líbano, selecionador na entidade. A utilização de ETFs na casa é por si identificada de dinâmica, mas o peso desta no universo de investimento depende da classe de ativos e da capacidade dos gestores ativos em cada segmento de mercado de superarem os seus benchmarks. “Na minha opinião a gestão ativa vai continuar a existir e a ter o seu papel, mas o gap com a gestão passiva vai continuar a estreitar, de forma exponencial, por enquanto. O que aprecio especialmente no universo de gestão passiva é que este conjunto de instrumentos permitiu um acesso mais vasto e mais fácil a classes de ativos que antes não estavam universalmente disponíveis para os investidores. A capacidade para uma adequada alocação e dinâmica nos investimentos melhorou muito com estes veículos”, explica o selecionador, expondo uma opinião que Pedro Coelho complementa: “Deu-se a democratização da
alocação de ativos”.
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