Os fundos de obrigações recomendados pelas gestoras internacionais para 2022

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Créditos: PMS (Unsplash)

A inflação dispara e taxas em níveis de 0% é talvez uma das piores combinações para o mercado de obrigações. Ao fim e ao cabo, após o rally que se viu nas obrigações nos últimos anos, cada vez é mais complicado conseguir rentabilidades reais positivas para os investidores. Tal como comentávamos no caso das perspetivas em ações, o ano de 2022 também se prevê que seja mais volátil para as obrigações, com a diferença de que o mercado de obrigações não teve um ano tão positivo como o protagonizado pelas ações. Ainda assim, a recomendação dos especialistas continua a ser clara: é preciso continuar a destinar uma parte da carteira às obrigações, ainda que prestando atenção ao processo de seleção, já que a dispersão neste mercado irá aumentar.

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