O mercado de crédito europeu entra num novo ciclo marcado pela importância crescente do carry como fonte de rentabilidade e por um cenário macroeconómico em transformação. Apesar de uma dispersão ainda contida entre setores e emitentes, o ambiente atual combina a redução do risco de recessão, yields atrativas e sinais de flexibilização monetária, fatores que continuam a sustentar o apetite por crédito. Ao mesmo tempo, 2025 revelou-se um ano de viragem: a economia global ajusta-se a um contexto em que antigos pilares, como o comércio livre ou a autonomia dos bancos centrais, são postos à prova, enquanto os mercados demonstram resiliência com spreads historicamente comprimidos e bolsas em níveis recorde.
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