Os fundos de alocação são uma fatia importante do mercado português, representando cerca de um terço do total dos fundos nacionais, segundo a classificação da Morningstar. Além da rendibilidade - que se trata de uma análise simples de valorização do ativo - é possível ver quais os fundos que são mais eficientes. Assim, quais são os fundos de alocação portugueses que foram geridos de forma mais eficiente nos últimos dois anos? Uma das formas de responder a isto é através do Rácio de Sharpe. Este rácio indica qual foi a rendibilidade que o gestor foi capaz de gerar sobre o ativo sem risco (risk free) por cada unidade de risco assumida. Ou seja, é possível afirmar que quanto maior for o rácio de Sharpe, mais eficiente foi a gestão. Os dados apresentados foram retirados da Plataforma Morningstar Direct para o período de dois anos na data de 31 de janeiro de 2017.
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