Os gestores voltam a confiar na recuperação económica e reduzem ao máximo a liquidez das suas carteiras

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golfing1guy, Flickr, Creative Commons

O impasse que se está a ver na guerra comercial que tanto assustou os mercados no passado, unido aos bons resultados que se estão a registar tanto nos EUA como na Europa, e a ausência de riscos políticos, podem ser três das razões que devolveram o otimismo aos gestores de fundos. De facto, segundo o último inquérito do Bank of America Merrill Lynch, o nível de liquidez que têm estes profissionais nas suas carteiras caiu para 4,2%, o que se trata do maior retrocesso mensal desde novembro de 2016 (quando Trump foi eleito presidente dos EUA) e o nível mais baixo desde junho de 2013.

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