Os motivos da Fidelity que a levam a duvidar dos ETF de obrigações

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ryanmilani, Flickr, Creative Commons

A Fidelity é uma gestora popularmente conhecida pelas suas estratégias de gestão ativa. A entidade dispõe de uma ampla gama de produtos que a posicionam como uma casa de referência na indústria de fundos. Recentemente, a entidade anunciava a sua entrada no mundo da gestão passiva, com o lançamento dos ETF de smart beta. Trata-se do primeiro ‘flirt’ da Fidelity com a gestão passiva, numa classe de produtos – os indexados – sobre os quais a casa continua a mostrar muitas dúvidas, sobretudo aqueles que replicam índices de obrigações. Da gestora consideram que os mercados de obrigações possuem algumas caraterísticas que fazem com que o investimento indexado seja uma proposta muito diferente do investimento ligado a índices de ações. Estas diferenças são resumidas por Michael Wrat, desenhador de soluções de investimento na Fidelity, em três grandes pontos:

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