O AMF, regulador francês, recomendou a proibição de Bruno Crastes, presidente executivo da H2O, de trabalhar no setor da gestão de ativos durante uma década, de lhe aplicar a nível pessoal uma multa de 15 milhões de euros e de impor uma coima recorde de 75 milhões de euros à H2O. Tudo isto vem na sequência do que descreve como graves violações das regras de conduta relativas à H2O devido aos investimentos extensos feitos pelo gestor em obrigações ilícitas ligadas ao empresário Lars Windhorst, noticia o Financial Times. Uma decisão final está pendente.
Este é um artigo exclusivo para os utilizadores registados da FundsPeople. Se já estiver registado, aceda através do botão Login. Se ainda não tem conta, convidamo-lo a registar-se e a desfrutar de todo o universo que a FundsPeople oferece.
