“A evolução das subscrições líquidas de vários produtos financeiros permite confirmar que a estrutura de aplicações financeiras das famílias em Portugal se alterou no período em análise face aos anos anteriores”. De facto, os dados que mostra a CMVM no Relatório sobre os Mercados de Valores Mobiliários de 2020 mostram que no período inicial da década passada, “as baixas taxas de poupança e as crises financeiras conduziram, por um lado, a uma diminuição de importância dos fundos de investimento e dos produtos de seguros, e por outro lado, ao aumento dos depósitos bancários de particulares e sociedades não financeiras”. Assistiu-se, assim, a uma transferência de recursos de fundos de investimento e de produtos do ramo segurador para depósitos bancários.
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