O Estudo de Investidores Globais da Schroders de 2016 é peremptório nas suas conclusões no que concerne os investidores portugueses: poderão estar a confiar demasiado na reforma do Estado como fonte de rendimento. Com uma expectativa de 19,7 anos de vida, em média, depois da reforma, os inquiridos esperam que a pensão do Estado represente apenas 29% do seu rendimento na reforma. No entanto, este valor é significativamente mais optimista do que a média global (19%), ficando apenas aquém da Alemanha, Espanha e Bélgica. Os investidores portugueses apontam outras poupanças (18%), pensões pessoais (11%) e pensões das empresas (14%) como os principais complementos.
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