Ashley Hsu é portfolio manager naMirae Asset Global Investments, uma entidade gestora fundada na Ásia, mas com escritórios espalhados pelo globo. A profissional tem à sua responsabilidade um fundo de ações chinesas e faz parte da equipa de research da Ásia Pacífico da entidade gestora. Nascida em Taiwan e tendo trabalhado vários anos a partir da Coreia do Sul a profissional dá nota do paralelismo que vê
entre a evolução económica da China continental e dos dois estados onde cresceu e viveu. “O tipo de ascensão da classe média que vimos há 20 anos em Taiwan e na Coreia do Sul é muito semelhante ao que estamos a ver na China. Isto ajuda muito numa perspetiva de stock picking, porque vejo na China um modelo provado nas outras economias”, comenta. No entanto, refere também que a dimensão do país é algo que faz com que qualquer pequena evolução da sua economia impacte o equilíbrio mundial. “Algumas cidades chinesas só por si têm um PIB equivalente a economias de países europeus. A Suíça, por exemplo, tem um PIB equivalente à cidade chinesa de Guangzhou. É curioso perceber o quão grande a China é e, mais importante, que está a crescer mais rápido do que a Europa”, expõe.
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