“A principal característica a reter acerca das obrigações convertíveis é que são ativos convexos por natureza. Quando o preço da ação subjacente sobe, o valor da obrigação convertível sobe. Sobe menos, mas sobe. Quando o preço desce, o valor da obrigação desce, mas numa amplitude menor do que a subida. É por isso que este ativo se apresenta como especialmente atrativo no atual contexto de mercado europeu. Quando o mercado negoceia de uma forma lateral como o tem feito, a obrigação convertível vai trancando performance”. Agarrar parte da performance do mercado de equity com menos volatilidade, ou, noutras palavras, menos risco, é o que Nancy Scribot-Blanchet, gestora de fundos de obrigações convertíveis na OFI Asset Management propõe fazer através dos fundos que gere na casa de investimentos francesa. Isto porque, de facto, a volatilidade deste ativo se apresenta tipicamente em menos de metade da verificada nos mercados de ações. “A volatilidade do EuroStoxx 50 situa-se sensivelmente nos 13 a 15%. O universo dos diferentes fundos de obrigações convertíveis apresenta uma volatilidade de 4, 5, ou 6%, no máximo. Podemos dormir perfeitamente bem à noite com o investimento em obrigações convertíveis”, afirma.
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