As gestoras internacionais encaram 2026 com uma conclusão clara: a economia global mantém o ritmo, apoiada pela flexibilização monetária, pelo estímulo fiscal e pela expansão da inteligência artificial, que já se tornou uma força estrutural do crescimento. Os EUA mantêm a resiliência, a Europa avança com tração limitada e a Ásia consolida-se como epicentro dinâmico do ciclo. A IA impulsiona a produtividade e o capex, mas também aumenta a dispersão e a concentração, obrigando a repensar as abordagens tradicionais de alocação. A desinflação avança, embora sob a pressão de um ambiente geopolítico mais fragmentado que reconfigura o comércio e as cadeias de abastecimento. O consenso é inequívoco: 2026 exigirá gestão ativa, leitura rigorosa dos fundamentos e diversificação disciplinada para capturar oportunidades sem perder o controlo do risco.
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