Houve um tempo em que Bill Gross era conhecido como o rei das obrigações. Ocupava este trono porque estava à frente do PIMCO Total Return Bond, que durante anos foi o maior fundo de obrigações do mundo. Durante o seu reinado, eram habituais as aparições de Gross na televisão, onde opinava e emitia juízos de valor que não deixavam indiferente quem o ouvia. Eram tempos em que Gross tinha uma reputação intocável. Por muito peculiares e politicamente incorretos que fossem os seus comentários, os investidores mostravam uma confiança quase cega no gestor e na sua estratégia, como evidenciava um património que, longe de se ressentir, não fazia mais do que engordar. Mas em 2011 tudo mudou.
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