A dívida de mercados emergentes continua sub-representada nas carteiras globais de obrigações face ao peso económico destes países. Trata-se de uma ineficiência estrutural ou há razões que justificam essa subalocação? Foi com esta questão que arrancou o pequeno-almoço promovido pela DPAM, em parceria com a FundsPeople, em Lisboa.
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