Porque é que a Janus Henderson acredita que as obrigações podem consolidar o seu bom momento em 2026

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Créditos: Paulius Dragunas (Unsplash)

Após vários anos em que as obrigações ficaram relegadas para segundo plano devido a taxas de juro próximas de zero, o novo ciclo monetário devolveu ao ativo um papel central nas carteiras. A subida das rentabilidades, aliada a um enquadramento macroeconómico que continua a mostrar resiliência, está a impulsionar uma mudança de abordagem entre os investidores, sobretudo em mercados como o ibérico, onde as carteiras continuam a concentrar mais de dois terços em obrigações. Neste contexto, a Janus Henderson coloca a geração de retornos e a eficiência na gestão do risco como os grandes eixos da sua estratégia para 2026.

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