A queda do Banco Popular não apanhou de surpresa as gestoras internacionais. É raro encontrar fundos que tivessem uma exposição direta a ações ou a emissões de dívida do banco espanhol. A grande maioria não estavam investidos e os que estavam desfizeram-se das posições antes de o banco ser intervencionado. Este acontecimento volta a demonstrar uma vez mais a importância da seleção de títulos dentro de um sector complexo, com caraterísticas financeiras e normativas muito específicas, onde a qualidade dos balanços e os modelos de negócio são muito heterogéneos. Mas... porque é que as ações e obrigações do Banco Portugal estavam fora do radar dos gestores estrangeiros?
Este é um artigo exclusivo para os utilizadores registados da FundsPeople. Se já estiver registado, aceda através do botão Login. Se ainda não tem conta, convidamo-lo a registar-se e a desfrutar de todo o universo que a FundsPeople oferece.
