Entre os ganhadores e os perdedores das sequelas do coronavírus, a China parece estar em vantagem, e não só por ser o primeiro país a sair do estado de emergência. Apesar da forte desaceleração do primeiro trimestre, com uma queda do PIB de 6,8%, há várias razões que são um bom augúrio para a economia do dragão, especialmente a curto prazo. Depois da interrupção forçada de grande parte da atividade devido ao surgir da epidemia em Wuhan em janeiro, muitos sectores estão a começar a recuperar terreno. Se bem que as exportações pareçam ser as mais penalizadas pela contenção da procura mundial, o consumo interno, que já crescia de forma simpática antes da crise, poderá ser o grande trunfo da economia asiática. Ainda mais quando, nesta frente, os EUA e Europa que começam agora a entrar na fase dois e parecem enfrentar maiores incertezas.
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