O regime de investimento que dominou as duas últimas décadas está a mudar e neste novo ambiente construir as carteiras com as noções do passado traz os seus riscos. “A gestão passiva funcionou muito bem num mundo que já não existe”, reconhece Pramol Dhawan, responsável da equipa de carteiras de emergentes na PIMCO. “Antes tínhamos um mundo coordenado geopoliticamente, com abundante liquidez e baixa volatilidade. Mas o contexto atual é exatamente o contrário”, matiza. O diretor descreve um ambiente multipolar, com esferas regionais de influência e crescente fragmentação política.
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