Primeiras reações das gestoras internacionais à operação do Santander e Popular

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Manny Hernandez, Flicker, Creative Commons

As gestoras internacionais já comentaram a operação celebrada entre o Santander e o Banco Popular. A primeira a pronunciar-se foi a Aberdeen, que o fez  através de Laurent Frings, diretor de análise de crédito da entidade, que considera que estamos perante a crónica de uma morte anunciada. “A operação não é uma grande surpresa. O regulador esteve à procura de uma solução para os problemas do Popular durante uma temporada e o tempo esgotou-se. Estamos perante uma prova de fogo para o Mecanismo Único de Resolução, que se criou como resposta à crise na zona euro para tentar tornar mais seguro o sistema bancário. É a primeira vez que se converteram na totalidade valores AT1, que é uma classe de dívida que pode ser convertida sob determinadas circunstâncias”, recorda.

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