A diversificação das vendas converteu-se numa obsessão para as gestoras de ativos. O objetivo é muito claro: há que reduzir o risco que representa a dependência do crescimento da entidade do interesse por um fundo ou uma gama muito concreta. A estratégia mono-produto pode fazer com que uma entidade se posicione no ranking das gestoras que mais captações recebe, mas também pode fazer com que rapidamente saia dos primeiros postos do ranking, quando o interesse dos investidores pelo produto desvanece. Colocar todos os ovos no mesmo cesto nunca foi uma estratégia recomendada e é ainda menos na indústria de gestão de ativos. Por esse motivo, as grandes entidades estão a esforçar-se ainda mais para mostrar as suas capacidades em distintas classes de ativos ou categoria de produto (ações, obrigações, multiativos, alternativos...). No entanto, consegui-lo nem sempre é fácil.
Este é um artigo exclusivo para os utilizadores registados da FundsPeople. Se já estiver registado, aceda através do botão Login. Se ainda não tem conta, convidamo-lo a registar-se e a desfrutar de todo o universo que a FundsPeople oferece.
