Argentino com uma costela italiana. Guillermo Besaccia, fund manager de dívida de mercados emergentes da Schroders, sabe portanto melhor do que muitos qual a história subjacente às crises dos mercados emergentes (ME). Dessa mesma experiência retirou a convicção de que desde 2002 há uma história repetível a contar no que aos mercados emergentes diz respeito. Um ciclo com nuances de quase dejá vu, e que lhe permitem hoje em dia ter os dados em cima da mesa para apontar convicções sobre o que poderá estar para vir neste conjunto de países, que ultimamente parecem ter-se tornado novamente atrativos para os investidores.
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