Quatro gráficos para compreender o que se está a refletir no preço de mercado relativamente às eleições em França

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A agenda eleitoral europeia inicia-se no dia 23 de abril com a primeira volta das eleições presidenciais em França. Como aconteceu com os eventos políticos do ano passado, o mercado já está a tentar espelhar no preço os riscos que estão em jogo. Esta antecipação tem vindo a alimentar o ruído mediático gerado pelas campanhas de François Fillon e Emmanuel Macron, em especial pelo escândalo que envolve o primeiro. De qualquer das formas, os investidores estão cientes de que o potencial de disrupção está na candidatura de Marine Le Pen, e o medo de uma vitória inesperada na segunda volta levou ao aumento recente de 75 pontos base do risco da dívida francesa em relação à alemã (atualmente, está ligeiramente mais baixa, nos 68 pontos), levando as obrigações francesas a dez anos a ultrapassar a barreira do 1%. Este é um fato muito importante se o contextualizarmos: ao contrário dos países em seu redor, a França quase não sentiu tensão na sua dívida ao longo de toda a crise financeira.

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