Talvez seja uma das perguntas para um milhão de dólares nos dias que correm. A gestão ativa e a gestão passiva complementam-se, ou a escalada sem precedentes da quota de mercado dos instrumentos de gestão passiva está definitivamente a “pisar os calos” à indústria de produtos ativos? Deborah Fuhr, managing partner da ETFGI – entidade de consultoria e research independente – evita visões catastrofistas. “Se voltarmos a 2004, devemos recordar que Huw van Steenis, da Morgan Stanley, apareceu com o conceito de ‘barbell polarisation’. Este conceito basicamente refere-se à percepção de que, em prejuízo dos gestores de ativos mais tradicionais, os investidores têm dirigido a sua atenção tanto para a gestão passiva e ETFs, como para hedge funds e outros produtos alternativos. Nesse sentido, achamos que existe uma complementaridade entre ambas as coisas”, começou por dizer a profissional, à margem da última conferência da ALFI, no Luxemburgo.
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