Tal como antecipavam os mercados, a segunda e última reunião do ano da OPEP – com Viena como pano de fundo – terminou com uma extensão do corte na produção até finais de 2018, tanto pelos países que integram o grupo como os seus aliados, incluindo a Rússia. Numa análise prévia, as empresas antecipavam reações negativas perante qualquer cenário que não contemplasse uma extensão. Portanto, o que devem esperar os investidores daqui para a frente?
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