Quando a Amundi e a Preqin apresentaram, no ano passado, o seu relatório de perspetivas para ativos reais em 2021 não o poderiam ter feito num cenário de maior incerteza. Nessa altura, em setembro de 2020, as vacinas eram um projeto em desenvolvimento, os países ainda lutavam para enfrentar a pandemia, e poucos se atreveriam a prever como os mercados financeiros iriam enfrentar a tempestade. No entanto, a gestora francesa lançou uma previsão firme: esta crise seria um mero crash; e não estávamos perante uma mudança nas tendências estruturais dos alternativos.
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