Ranking dos fundos que mais resgates sofreram na Europa em 2016

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Tax Credits, Flickr, Creative Commons

A Franklin Templeton converteu-se no ano passado na entidade gestora que mais resgates experienciou a nível europeu. Cerca de 22.000 milhões de euros saíram da empresa norte-americana. Isto é explicado fundamentalmente pelas fortes saídas de dinheiro registadas nos produtos geridos por Michael Hasenstab: o Templeton Global Bond e o Templeton Global Total Return. Segundo dados da Morningstar, do primeiro saíram quase 7.000 milhões de euros no ano passado, enquanto que do segundo, saíram 6.400 milhões. Os resgates aconteceram principalmente no primeiro semestre do ano; no último trimestre, período em que as estratégias geraram a maior parte da rentabilidade, ambos produtos registaram entradas de investidores que entenderam que as estratégias estavam bem posicionadas para enfrentar um contexto reflacionista de subidas de taxas de juro nos EUA. Num mundo à procura de yield, o Templeton Global Bond fechou 2016 com uma rentabilidade de 5%, enquanto que o Total Return ganhou 9,4% (classe A em euros). Ambos foram fundos de primeiro quartil, entre os melhores das suas categorias.

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