Para Raphaël Thuin, responsável pelas Estratégias de Mercados de Capitais na Tikehau Capital, a Europa iniciou um despertar estratégico após décadas de dependência externa. Na sua perspetiva, a região tomou consciência da sua vulnerabilidade industrial e tecnológica, o que está a desencadear uma mobilização inédita de capital público e privado. Esta nova agenda europeia assenta na relocalização de setores críticos, recuperação da autonomia e reforço da resiliência face a choques globais. Um processo que, segundo Thuin, representa uma fonte estrutural de valor para os investidores nos próximos anos.
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