Já passou um mês desde que decorreu o histórico XIX Congresso do Partido Comunista da China, onde a política teve muito mais relevância do que a economia. Perante a falta de anúncios significativos que pudessem resolver problemas-chave do país, como a situação do Trinidad Imposible (banco central independente, taxas de juro fixas e livre circulação de capital) ou o peso da dívida, as gestoras internacionais dedicaram-se durante estas quatro semanas a analisar a situação macro do país e a avaliar se pode, de facto, vir a gerar-se um problema sistémico.
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