Avaliar o rendimento das carteiras no final de ano é mais um exercício passivo do que um medidor da qualidade dos investimentos. Afinal de contas, o mercado não regressa ao seu ponto de partida a cada 1 de janeiro, a menos que se liquidem as posições e se volte a começar. E, ainda assim, as primeiras semanas de cada ano dedicam-se tradicionalmente à reflexão acerca da alocação de ativos. Isto é, a questionar-se se é necessário “despedir” algum gestor da carteira e procurar um substituto para “contratar”. E, no entanto, as provas mostram que os assessores financeiros e os seus clientes continuam a cometer os mesmos erros uma e outra vez”, reflete Robert G. Hagstrom, CFA, num recente artigo no blogue do CFA Institute.
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