Resiliência e crescimento estrutural: o valor das infraestruturas cotadas em mercados incertos

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Tom Levering. Créditos: cedida (Wellington Management)

A capacidade de combinar resiliência e crescimento estrutural. É este o elemento-chave que torna as infraestruturas cotadas particularmente interessantes no contexto atual, caraterizado por tensões geopolíticas, inflação e volatilidade dos mercados. É neste âmbito que investe o Wellington Enduring Infrastructure Assets Fund, gerido por Tom Levering: “As sociedades em que investimos detêm tipicamente ativos essenciais e de longa duração – como redes elétricas, utilities de gás e infraestruturas digitais – que prestam serviços críticos e geram frequentemente fluxos de caixa estáveis e previsíveis, sustentados por regimes regulatórios ou contratos de longo prazo. Isto permite oferecer proteção em baixa nas fases de stress dos mercados, mantendo ao mesmo tempo a possibilidade de participar no potencial de subida acionista no longo prazo. As receitas destas sociedades são, além disso, frequentemente indexadas, de forma explícita ou implícita, à inflação, permitindo repercutir o aumento dos custos e preservar os retornos reais”, declara o Equity portfolio manager.

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