Revista FundsPeople 34: Vendas favoritos: Longe da vista, mas perto do selecionador

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Num momento como o que vivemos atualmente a FundsPeople está mais próxima de si. A informação de qualidade converte-se na melhor ferramenta em momentos de incerteza. Por isso, nestes tempos em que muitos continuam em teletrabalho, os utilizadores da FundsPeople podem aceder à edição digital da revista, mas também têm a oportunidade de a receber nos seus escritórios.

A publicação mostra-lhe, como sempre, as principais tendências de negócio da gestão de ativos e entrevistas com os agentes-chave da indústria, mas também um enfoque sobre a incontornável pandemia que vivemos.

As últimas atualizações sobre o que está a acontecer nos mercados poderão ser encontradas através do nosso serviço de newsletter diária. Aproveite os serviços oferecidos por uma comunidade de mais de 200.000 profissionais do mundo da gestão de ativos e patrimónios no sul da Europa.

PANORAMA

Grande atividade nos mercados emergentes – No radar do mês de setembro, boa parte das operações corporativas centraram-nos nos mercados em desenvolvimento.

A lição de Ícaro – O impensável aconteceu: menos de seis meses após a abrupta queda de março, os mercados voltaram a atingir novos máximos em agosto. Porém, tal como aprendemos com Ícaro, quando se voa próximo do sol a queda pode estar para breve.

Barómetro ABC dos Selos FundsPeople em 2020

Fórum APFIPP: Poupar & investir um hábito que é necessário cultivar.  Da APFIPP, comentam que outubro é um mês com grande significado no que respeita à promoção da poupança e do investimento e destacam quatro das propostas apresentadas pela associação no contexto da preparação do Orçamento de Estado.

Ranking dos fundos com Selo FundsPeople

Mais um degrau subido na recuperação do mercado de fundos europeus. A indústria europeia de fundos de investimento continua a crescer, mas ainda não atingiu os valores pré-pandemia.

TENDÊNCIAS

Vendas favoritos: longe da vista, mas perto do selecionador…  O resultado do inquérito anual aos selecionadores nacionais sobre os melhores profissionais de vendas das gestoras internacionais. Muitas caras conhecidas, algumas caras novas!

As operações corporativas que terão lugar na indústria de gestão de ativos pós COVID-19. Análise de quatro tendências que enfrenta uma indústria que continua a tender para a consolidação.

O machine learning e a indústria de gestão de ativos. “O próximo passo evolutivo na indústria de gestão de ativos deixará uma pegada digital profunda. Acompanhar essa evolução não é uma opção”, comenta Pedro Feliciano, CFA, LM Capital Wealth Management.

Fundos perfilados: O genérico feito à medida. Os fundos perfilados enfrentam em 2020 o maior desafio ao seu fator crítico de sucesso: a capacidade de adaptação.

Índices hiperconcetrados: a nova normalidade. Para os gestores ativos, o facto de se estarem a comparar com índices cada vez menos diversificados está a colocá-los numa situação difícil, obrigando a decidir qual o melhor caminho para ultrapassar o benchmark. O problema é que nenhum garante o sucesso.

AMLD V: O fogo de Prometeu e a Caixa de pandora. Sofia Leite Borges, Maria Carvalho Martins e Joana Borges Marquez, da Sofia Leite Borges e Associados, referem que com o desenvolvimento de moedas virtuais, os riscos de Branqueamento de Capitais e Financiamento do Terrorismo aumentaram. A AMLD V veio estender os deveres de prevenção aos intermediários de ativos virtuais.

Investment Advisory: Tecnologia ao serviço. Luís Silva e Vítor Mário Ribeiro,CFA, da Future Proof, desenvolvem o tema do valor acrescentado da tecnologia na prestação de serviços de consultoria para investimento.

O papel da cobertura de divisas nas ações. Ainda que se considere que no longo prazo o impacto da divisa seja neutro, estas estratégias de cobertura podem aportar durante o caminho uma redução do risco somando um plus de rentabilidade.

Marketing na gestão de ativos: O grande parceiro estratégico. O trabalho dos profissionais de marketing das entidades gestoras capitaliza muito, nos dias de hoje, no alcance das ferramentas digitais. Também este encontro com Joana Moura, da BPI GA, Pedro Arbués da GNB GA, e António Marques Dias, da Sixty Degrees, promovido pela FundsPeople beneficiou da segurança e flexibilidade de uma plataforma de reuniões online.

ENTREVISTAS

Stafan Gries, BlackRock. O co-gestor do BSF European Absolute Return aponta um segredo simples quando falamos da gestão daquele que é um produto bem-visto pelos investidores ibéricos: a fidelidade aos disciplinados critérios de stock picking da carteira.

Rita Neves, da Lynx, e António Mello-Campello, da BlueCrow. Em entrevista, os profissionais falam da gestão do Discovery Fund, uma estratégia de investimento flexível com um foco em ações e que juntou em 2018 a Lynx e a BlueCrow.

Damon Ficklin, Amundi. “O que torna diferente este produto é o facto de ter por base uma carteira de elevada convicção, composta por um número de títulos muito reduzido. Essa é uma das nossas grandes vantagens competitivas”, conta o co-gestor do Amundi Funds Polen Capital Global Growth.

Alexandre Mota, CFA e Emanuel Vieira, CFA, da Partners2u. A obtenção do CFA Charter, juntamente com a larga experiência e competências técnicas dos dois consultores da SCI do Porto, levaram a entidade a um ponto de viragem na forma de abordar a consultoria para investimento.

Hemant Baijal, Invesco. Hemant Baijal gere uma das estratégias estrela da Oppenheimer (adquirida pela Invesco) em obrigações emergentes, mas não se definiria como um especialista emergente.

Isabel Ucha, Euronext Lisbon. Para a CEO da Euronext Lisbon o crescimento que tem enfrentado o mercado de ETF também se tem traduzido num crescimento muito intenso no universo da Euronext. Isabel Ucha destaca também a importância do tema da sustentabilidade na evolução do negócio da sua entidade.  

PRODUTOS

Análise comparativa de fundos – As obrigações perante uma pandemia: crise e correção. Sem a duração nem as yields como salva-vidas, como navegaram os gestores de obrigações globais durante esta tempestade?

Obrigações emergentes: a maioria dos gestores mostra um otimismo cauteloso sobre esta classe de ativos em 2020. A seleção de países é fundamental nas carteiras devido à disparidade que apresentam as economias do universo de investimento.

O que emerge dos emergentes? Detalhamos a exposição geográfica e as empresas que se encontram nas carteiras dos 15 fundos de ações de mercados emergentes globais com Selo FundsPeople 2020.

O novo regime jurídico dos fundos de pensões. “Temos assistido a um gradual interesse por parte das empresas multinacionais na implementação de planos de pensões para os seus colaboradores”, comenta Vasco Cabral da Câmara, da Willis Towers Watson.

As cinco tendências-chave no mercado de ETF. 2019 foi um ano fantástico para os ETF domiciliados na região EMEA. Quais serão as tendências fundamentais e o que muda com a crise económica e sanitária desencadeada pela COVID-19?

O espinhoso assunto da divergência das classificações ESG. Um estudo do MIT destaca a divergência entre as classificações ESG oferecidas por diferentes provedores, analisando as suas causas e consequências. Tema que conta com o comentário de João Urbano Gonçalves, CESGA, da Caixa Gestão de Ativos.

A prata – a irmã pequena do outo que duplica em altura este ano. Neste 2020 muito se falou sobre o investimento em ouro, apesar de o comportamento da prata ter sido muito mais avassalador. Analisamos o motivo dessa grande divergência. Tema com o comentário de Francisco Carneiro, do Lisbon Family Office

ESTILO DE VIDA

Música – A arte e o engenho da reprodução. Paulo Joaquim, da GNB Gestão de Ativos, fala daquele que foi um gosto para o qual despertou tarde, mas que se tornou um hobby que hoje arrasta toda a família.

Trekking na Patagónia. Andreia Lourenço Brito, do BPI Private, relata a sua viagem que começou em Ushuaia e terminou em El Chalten e que considera uma bela metáfora da vida, mas também dos tempos que vivemos: superar a dureza do trilho para depois contemplar a mais bonita das paisagens.