Roy Smale (Wellington): “O wealth europeu reinventa-se. Procuram fazer mais com menos parceiros juntamente com mais complexidade no asset allocation”

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Créditos: Ling App (Unsplash)

Mais complexidade nos mercados, maior pressão regulatória, aumento dos custos operacionais e um cliente final mais exigente estão a obrigar os bancos privados e redes de aconselhamento a repensar a sua arquitetura. “O negócio do wealth management está a tornar-se mais complexo em geral”, resume Roy Smale, responsável de Global Wealth Management na EMEA da Wellington. Como bem deteta o diretor, o asset allocation está a sofisticar-se, o compliance é mais exigente e a gestão do risco é mais delicada. Tudo isto está a redefinir tanto o modelo de negócio da banca privada como a sua relação com as gestoras.

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