Olhemos para as últimas décadas dos mercados. Se se tivesse que definir um momento para apostar em risco provavelmente diríamos 2008 ou até 2016. Falaria de períodos; ninguém assinalaria uma data ou mês exato para ter entrado no mercado. Então, porque fazê-lo agora? À forte correção de fevereiro e março seguiu-se uma recuperação de dois dígitos. Assim, os que temeram não ter saído a tempo das bolsas, uniram-se àqueles que lamentam ter perdido a recuperação. Face a estas dúvidas, Rubén Garcia Paéz, responsável da Columbia Threadneedle para a Península Ibérica e América Latina, advoga que, em vez disso, se centre numa estratégia para o longo prazo. “Daqui a 10 anos recordaremos este período como um grande período para o investidor”, afirma.
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