Se houve um ativo de investimento que fez o mês de agosto, esse foi o ouro. Ou pelo menos era isso que se esperava tendo em conta o modo risk off em que os investidores pareceram assentar durante o último mês ao vender ações e ao comprar ativos refúgio, entre os quais se inclui o metal amarelo. De facto, não foram poucas as notícias que ressaltaram a proeza alcançada pelo ouro ao superar os 1.500 dólares por onça e por ter sido registada uma rentabilidade de 8% só nos últimos 30 dias.
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