Carlos Tavares, Presidente do Conselho de Administração da Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM) propôs-se a analisar a evolução da economia e dos mercados oito anos depois da maior crise financeira desde a Grande Depressão, num paper intitulado “A crise financeira: Aprendemos as lições?”. Focando na transparência da negociação o presidente da entidade regulatória observa consequência menos positivas da entrada em vigor da Diretiva de Mercados de Instrumentos Financeiros (DMIF), em 2007. Nomeadamente, salienta que “a negociação de ações na Europa foi-se revelando cada vez mais fragmentada, com um peso crescente das plataformas multilaterais de negociação e também das transações OTC. Ao mesmo tempo, a negociação não transparente nos mercados regulamentados (por exemplo pelo mecanismo das chamadas “dark pools”) foi igualmente ganhando peso quer na Europa, quer nos Estados Unidos”.
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