As últimas sondagens publicadas pelas grandes gestoras internacionais desenham um mapa claro das prioridades nas carteiras globais. Setembro ficou marcado por uma deslocação do risco para os EUA e pelo auge dos alternativos, em especial o crédito privado e a infraestrutura, que se consolidam como pilares das carteiras. Ao mesmo tempo, a Europa surge em segundo plano, penalizada pela incerteza política e por um crescimento mais frágil. A tudo isto soma-se o interesse pela gestão ativa e uma abordagem cada vez mais tangível na sustentabilidade, enquanto as novas gerações de patrimónios privados começam a questionar os modelos tradicionais de assessoria.
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