Sixty Degrees desenvolve parceria com o Banco Best

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António Marques Dias, head of Marketing and Sales. Créditos: Cedida (Sixty Degrees)

O fundo Sixty Degrees PPR/OICVM Flexível passou recentemente a estar disponível para venda no Banco Best. Um novo passo na estratégia da gestora portuguesa, lançada há menos de dois anos no mercado nacional. A Sixty Degrees quer assim alargar o seu leque de clientes lançando, para tal, uma nova categoria do fundo: a categoria R.

Desse modo, António Marques Dias, head of Marketing and Sales da Sixty Degrees, explica que a parceria com o Banco Best se enquadra “na estratégia de crescimento natural da Sixty Degrees”. Uma estratégia, diz, em que ambicionam crescer “com parceiros de referência no mercado nacional e internacional”.

Abrangência reforçada

Com o lançamento desta classe, a entidade pretende “beneficiar da expertise e excelente capacidade do Banco Best na captação de recursos através das suas estruturas comerciais”. Alcançarão, desta forma, “um público-alvo de difícil acesso – o cliente de retalho”.

Trata-se, de fato, de um alargamento da oferta do fundo lançado em 2019. Pretendemos que todos os clientes, independentemente da sua carteira de investimento, possam ter acesso a um serviço de gestão global através do investimento num único produto de poupança”, sintetiza .

Nesse sentido, a nova categoria “irá permitir investimentos iniciais de apenas 250 euros” e reforços a partir dos 25 euros. Sejam “eles efetuados de forma isolada ou na forma de planos de entregas periódicas (PEPs)”.

Dinamizar o mercado nacional

Está, portanto, formado um dois em um. “Conciliar a larga experiência do Banco Best, na gestão das necessidades dos seus clientes, com um produto que alia os benefícios fiscais – os PPRs – com uma abordagem única de gestão global, dinâmica, diferenciadora e flexível”, resume António Dias.

Por outro lado, refere ainda que a parceria é um reforço da confiança na indústria doméstica. Realça-se, portanto, a credibilidade da área da gestão de ativos nacional”, diz. “Estas iniciativas são uma forma eficaz de dinamizar o mercado nacional e as gestoras 100% portuguesas”, conclui.