O ano de 2016 tem sido marcado – às vezes de forma muito vincada – a vermelho. Por exemplo, segundo os dados da Associação Portuguesa de Fundos de Investimento, Pensões e Patrimónios (APFIPP), nos primeiros nove meses do ano os ativos sob gestão das sociedades gestoras de fundos mobiliários nacionais decresceu mais de 9%, para um total de 10.851 milhões de euros. Em termos de descida, esta pauta-se em mais de mil milhões de euros. Também as captações líquidas dos fundos mobiliários têm puxado para baixo esta indústria. Por exemplo, até final de setembro, o saldo entre subscrições e resgates era negativo na ordem dos 1.083 milhões de euros.
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