Os últimos três anos têm sido uma montanha-russa para as ações growth. Stuart Dunbar sabe-o bem. Como sócio da gestora escocesa Baillie Gifford, especialista em ações com um viés growth, viveu em primeira mão a subida vertiginosa da rentabilidade dos seus fundos no auge do rally em 2020. Nesse ano, o Baillie Gifford Worldwide Long Term Global Growth Fund, um dos seus fundos mais importantes, fechou o ano no primeiro percentil da sua categoria com um retorno de 84%. Mas como em todas as montanhas-russas, uma grande subida precede uma dolorosa descida.
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