O sexto mês do ano não foi positivo para os fundos mobiliários nacionais, tendo-se registado não só um decréscimo no volume de ativos sob gestão, mas também um saldo entre subscrições e resgates negativo. Ainda assim, e apesar deste contexto, foram vários os produtos capazes de registar um saldo de subscrições líquidas superior a cinco milhões de euros. Outra das conclusões que podemos retirar é que a lista de fundos que mais captaram parece sugerir uma certa procura por uma exposição mais global.
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