Terão tocado no fundo as matérias primas? A BlackRock responde

Koesterich
Cedido

Nem obrigações, nem ações: as matérias primas são definitivamente a classe de ativos com pior comportamento em 2015. Muitas delas tocaram mínimos de vários anos, como foi por exemplo o caso do ouro ou dos matais de uso industrial como o cobre. Na verdade, o índice da Bloomberg que mede a evolução das matérias primas, a cotação do Blomberg Commodity Index – que sofreu uma grande queda este verão – revela que agora esta classe de ativos negoceia 50% abaixo do seu máximo de 2011. Mas agora o que interessa a toda gente é saber se os preços já caíram o suficiente para que se volte a comprar, ou se, por outro lado, este ativo ainda não tocou em mínimos. Este é também o ponto de partida de Russ Koesterich, estratega chefe da BlackRock. No entanto, este considera que “provavelmente ainda é demasiado cedo para tocar um mínimo”.

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