Não é um problema só do mercado europeu. A indústria de gestão de ativos do outro lado do Atlântico também enfrenta o desafio das elevadas taxas de juro. “A única diferença é que na EMEA o produto preferido são os fundos a vencimento, enquanto nos Estados Unidos são os fundos monetários e de dívida de ultracurto prazo”, comenta Tim Hill, responsável de Client Group para os Estados Unidos e Europa da Principal Asset Management.
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