As tensões geopolíticas, a fragmentação económica e a aceleração tecnológica, com o financiamento da transição energética e digital, exigem uma mobilização de capital muito superior à que pode ser assegurada apenas por governos e bancos. Foi essa a ideia central do terceiro painel do V Encontro de Finanças Sustentáveis do ABANCA, em Lisboa, onde se discutiu como alinhar as diferentes peças deste sistema financeiro.
Este é um artigo exclusivo para os utilizadores registados da FundsPeople. Se já estiver registado, aceda através do botão Login. Se ainda não tem conta, convidamo-lo a registar-se e a desfrutar de todo o universo que a FundsPeople oferece.
