Ano e meio depois do terceiro regaste recebido pelos gregos na história moderna do país, os seus principais responsáveis políticos voltaram a iniciar uma ronda de negociações com o FMI e a UE para renegociar as condições de pagamento da dívida. O que está em negociação é o pagamento da tranche relativa ao último resgate, de 86 000 milhões de euros. Em troca, ambas as instituições exigem novas reformas nas matérias fiscal e laboral, às quais o governo de Alexis Tsipras tem resistido até agora, numa espécie de “gato escaldado de água fria tem medo”.
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