“A nossa opinião é de que os últimos meses foram mais uma correção do que propriamente o início de uma recessão”. É assim que Richard Gillham, US equity investment director da Legg Mason, define o contexto do mercado norte-americano nos últimos meses, defendendo que o surgimento de uma possível recessão só será mais provável a partir de 2021. “Os nossos indicadores não apontavam para uma recessão no final do ano passado, tal como não apontam para tal neste momento. Concordamos que nos encontramos em fase de final de ciclo, existindo uma desaceleração dos indicadores económicos, mas este último movimento foi muito mais impulsionado pelo sentimento/emoção e por factores técnicos do que propriamente por factores fundamentais”, aponta o especialista.
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