Richard Clode iniciou a sua carreira como gestor especializado no sector da tecnologia há 15 anos. Embora não tenha vivido na primeira pessoa o início da bolha dotcom, não perde a perspetiva do que esses anos significaram: “Em 2003, comecei num fundo de pequenas capitalizadas tecnológicas e no primeiro ano alcançámos uma rentabilidade à volta de 75%. Não podia compreender porque os clientes não compravam o fundo se era tão bom…Até que me apercebi que o fundo ainda perdia cerca de 90% do seu valor”, relata. Em 2018 continua a receber muitas perguntas de clientes por causa das valorizações do sector: “Acredito que é um ceticismo saudável. Enquanto os clientes continuarem a ter preocupações, não se irá produzir outra bolha tecnológica”, afirma.
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